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"... Não vejo e não sinto o mundo do jeito que a maioria diz ver e sentir a vida.
Não acredito na casualidade dos acontecimentos.
Fico triste e choro com o desamor generalizado.
Adoro confundir o sistema estabelecido... falido...
Amo de tudo um pouco.
Amo intensamente as pessoas receptivas à mim.
Tenho poucos medos e poucas culpas.
Só faço o que quero e gosto.
Só fazem comigo o que permito (dores ou amores).
Só eu posso viver a minha história.
Tenho orgulho do que sou - instável - e também por não sofrer buscando o eternismo em palavras impossíveis."
(Márcia Amaral)
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"Sou narradora da minha própria vida, mas não sei fazer isso em 1ª pessoa. Talvez por medo, talvez por ser muitas em uma só. Na verdade é porque revelar-me dói. É como se minha individualidade fosse roubada. Sou dor e prazer, alegria e lamento, lágrimas e contentamento. Sou um monte de coisa ao mesmo tempo e nada o tempo todo."

